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Re: A ficção das ''urnas brasileiras'' (Pontos: 1) por arquiteto em Quarta, outubro 13 @ 20:13:20 BRT (Informações do usuário | Enviar uma mensagem) | Eu trabalhei na Eleição e atesto por conhecimento de causa. Independentemente de quem seja o pai da criança (não estou nem um pouco interessado no quase óbvio, ou seja, que os programas e peças NÃO são brasileiros), a verdade é que não existe essa estória de 'hacker' invadir e multiplicar
votos. Não dá. É impossível isso acontecer e ninguém perceber. Mesmo porque há fiscais, dos próprios partidos, que conferem os votos DE CADA SEÇÃO, o que dá pra verificar se há mais votos do que eleitores. A não ser que todo mundo fizesse parte de um esquema asqueroso, o que, cá entre nós, não rola. Imagine comprar centenas de milhares de fiéis partidários? Haja grana...
Eu tenho a certeza de que a Eleição brasileira é lícita, pelo menos no campo tecnológico. Por incrível que pareça, as pessoas cismam em implicar com um sistema tão funcional como o nosso, e esquecem que ainda tem muito humilde vendendo seu voto por dentadura ou sapato (nem o par, porque o outro, o candidato faz questão de entregar só se for eleito!). Isso, sim, é que é uma vergonha. Agora, processar governo por propaganda enganosa? Eu não sou tão idiota assim, e tenho mais o que fazer do que esse Novak
(que de brasileiro não deve ter nada, a começar pelo nome).
Vinicius Barbosa. |
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Re: A ficção das ''urnas brasileiras'' (Pontos: 1) por Amilcar em Segunda, outubro 18 @ 18:56:42 BRT (Informações do usuário | Enviar uma mensagem) | Acho que é muito grave quando um funcionário da empresa fabricantes das urnas-e brasileiras comparece para desinformar o eleitor.
O Vicent está totalmente equivocado pois:
- O Sistema VirtuOS é usado apenas nas urnas-e modelo 1998 e 2000 (ambas fornacidas pela Diebold/Procomp)
Nas urnas modelo 2002 (da Unisys) e 2004 (da Diebold/Procomp) se utiliza o sistema Windows CE.
- O VirtuOS NÂO FOI desenvolvido pela Procomp, coisa nenhuma. Foi desenvolvido e é de propriedade da MICROBASE.
O código-fonte do VirtuOS, que está em umas 300 mil urnas, NUNCA FOI ABERTO para exame ou conferência dos partidos políticos. Ou seja, nas urnas-e, há código fechado.
- Nos EUA, neste ano, 1/3 do eleitorado votará em máquinas eletrônicas de votar. A Própria Diebold, empresa do Vicent, é uma das maiores fornecedoras de urnas-e nos EUA.
Em 10 Estados americanos, urnas-e como a brasileira que não imprimem o voto para conferência do eleitor, está ou estará proibida até 2006.
- Foi exatamente por causa de afirmações mentirosas dadas por seus funcionários, como as que o Vicent afirmou aqui, que a Diebold foi BANIDA como fornecedora de urnas-e no Estado da Califórnia em março de 2004 e está sendo processada.
Parece que o costume de mentir da matriz americana, chegou a filial brasileira.
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